Tenho dedicado muito tempo aos estudos em Filosofia e aos trabalhos com tecnologia, em particular os jogos eletrônicos mas também os jogos narrativos (roleplaying game – RPG) . Juntando essas coisas, encontrei espaço para investigar e entender melhor o papel da diversão e seu estatuto como "atividade para a vida humana". Os jogos, como um elemento deste conjunto, tem uma importância muito maior do que mero entretenimento. Se é assim, porque deveria ser aceito que "qualquer coisa que nos satisfaça imediatamente" está valendo?
Como não há, para algo tão importante, um modo de ser para cumprir seu papel e seu estatuto na vida humana? Algo tão importante quanto a diversão (e os jogos em particular) não pode ser tão indefinido a ponto de ser o que qualquer um quiser que seja e, a um só tempo, trazer consequências boas para uns e más para outros. Não pode ser tão menosprezado.
Mas é o que parece acontecer.
Então eu gostaria de apresentar uns argumentos de pessoas mais inteligentes do que eu que mostraram porque não pode ser assim.
Muito se fala do “fenômeno” como principio ao qual se reduz a perspectiva sobre os jogos como atividade humana; produto da cultura humana.
Prossigo minha formação em Filosofia. Prossigo minha carreira como profissional na área de desenvolvimento de jogos. Prossigo insistindo que para se fazer o melhor, tem de saber melhor.
Aqui é só para ler.